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O temporal 2

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Não conseguia manter minha cabeça por muito tempo fora da àgua, estava quase perdendo a consciência. De repente senti meu corpo bater em algo, apoiei minha mão e tentei ergue minha cabeça para respirar. O nível da àgua subia assustadoramente, o que antes parecia ser minha salvação se tornou meu pior pesadelo, aquele mar de barro estava subindo e acabei descobrindo da pior maneira que minha pwerna havia se prendido em alguma coisa. O desespero tomou conta de mim. Eu estava presa, a correnteza já estava na altura da minha boca, a rua estava completamente as escuras, não totalmente por causa dos faróis de um carro abandonado sendo empurrado pela corretenza na minha direção. A morte passou diante dos meus olhos e acenou para mim, a àgua atingiu meu nariz e o terror me fez debater e buscar forças além da minha imaginação. onsegui um ùltimo suspiro e tentei soltar minha perna, não iria conseguir, meu pulmão doeu, meus movimentos se tornaram lentos, a escuridão parecia fazer parte de mim.
Realmente existe uma luz, ela se ascendeu diante dos meus olhos, estava pronta para me deixar levar, quando senti que várias mãos me amparavam, desprendia meu pé e me erguiam para fora da àgua. Depois disso não vi mais nada. Acordei no hospital, os médicos não souberam explicar como cheguei até o hospital, nunca tentei encontrar meus salvadores, talvez eles nãop fossem reais. Descidi apenas agradescer a quem quer tenha salvo a minha vida, hoje dou muito mais valor a ela e a das outras pessoas. Viver! a melhor dadiva que temos.

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